Open source. Demos a meio. Shaders que demoraram um fim-de-semana. Ferramentas que usamos internamente e nos esquecemos de manter secretas.
Uma pequena sala 3D que existe entre dimensões. Navega com o rato, ou entra com uns óculos de VR.
Uma ferramenta no browser que gera posts prontos a descarregar — 1:1 e 9:16 — para uma agência de viagens. Preenche alguns campos, escolhe um layout, larga uma foto, descarrega PNG.
Uma escala modular fluida que se redimensiona entre dois viewports com uma única declaração clamp() por título. Escolhe base + razão, copia CSS + config Tailwind.
Cola um hex de marca. Obténs uma escala de 11 passos, tokens semânticos, pareamento dark-mode, e output pronto a copiar para CSS, Tailwind, SCSS e Figma Tokens.
Um proxy PHP de 30 linhas que vai buscar imagens a um CMS headless, negoceia WebP via header Accept e cacha-as com 30 dias de cache imutável. Tudo num único ficheiro.
A imagem de capa deste card foi renderizada server-side a partir do teu slug. Sem designer, sem upload, sem pipeline de assets. Geometria determinística + tipografia + cache.
Uma stack i18n que funciona em hosting partilhado barato onde o QSA do mod_rewrite parte: parsing do URL em PHP + reescritor de links em JS no boot. Sem frameworks, sem build step.
Um pequeno viewer WebGL que mostra uma única cor hero renderizada sob três condições de luz lado a lado. Coloca um hex, vê se sobrevive à manhã nublada de Lisboa.
Um pequeno script Node que percorre um tour Matterport e sinaliza problemas comuns de qualidade: salas inacessíveis, hotspots em falta, transições partidas. Ferramenta interna que agora entregamos a clientes.
O painel "feito enquanto lês" na homepage é código real, a correr. Eis como funciona o canvas ao vivo + token stream — e o que aprendemos a afiná-lo para repaint sub-100ms.